Estava na casa da minha avó e meu avô estava muito bem no sonho, agindo normal como agia antigamente, estava até barrigudo de novo!
Eu falava isso pra ele e comemorava o fato de ele poder cuidar de tudo de novo como sempre cuidou.
Ele por sua vez afirmava estar mesmo melhor do Alzheimer e contente com a recuperação milagrosa.
Emocionado, eu levantava do sofá pra dar um abraço de felicidade nele, que também se segurava pra não chorar.
Ficamos abraçados por um longo tempo quase chorando e tudo foi clareando.
Juro que sonhei.
Neste blog, diariamente conto todos os meus sonhos, pois a cada madrugada, parece que saio do meu corpo e vou pra lugares legais ou estranhos, encontrar pessoas conhecidas e desconhecidas e passar por situações divertidas ou constrangedoras. Este será o espaço pra eu dividir todas essas histórias loucas com o mundo, além de ser uma forma de eu não esquecer. Bem vindos às minhas viagens soníferas!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Aniversário com Malandro
Estava preparando uma festa de criança quando uma das adolescentes presentes me pedia pra chamar o Seu Zé, que ela queria falar com ele.
Eu dizia que não era assim, só querer chamar, que em um outro dia ela conversaria com ele.
Na mesma hora em outro cômodo do lugar um amigo que é médium incorporativo, recebia o seu zé dele.
Assim que ele apareceu fui dar um abraço, mas ele estava irritado andando de um lado pro outro e dizia que não estava com uma energia formosa para dar abraço naquele momento.
Não cheguei a perguntar o motivo da irritação, pois tudo foi clareando e acordei.
Juro que sonhei...
Eu dizia que não era assim, só querer chamar, que em um outro dia ela conversaria com ele.
Na mesma hora em outro cômodo do lugar um amigo que é médium incorporativo, recebia o seu zé dele.
Assim que ele apareceu fui dar um abraço, mas ele estava irritado andando de um lado pro outro e dizia que não estava com uma energia formosa para dar abraço naquele momento.
Não cheguei a perguntar o motivo da irritação, pois tudo foi clareando e acordei.
Juro que sonhei...
sábado, 24 de novembro de 2012
Filme na Favela
Estava perto de casa, mas em um lugar que não costumo ir muito.
E mesmo assim, este lugar estava diferente.
Eu acabava de sair da faculdade e ia pegar o carro perto desse lugar.
Achava que subindo a ladeira, iria chegar perto da minha rua.
Mas na metade dela eu percebi que ia cair em uma favela onde avistava lá em cima alguns homens armados, ficava com medo e dava meia volta pra tentar ir por um caminho mais seguro.
Quando eu descia, achava uns amigos jogando bola e parava pra olhar.
Entre eles havia uma menina quase do meu tamanho, com pele bronzeada, loira, cabelos encaracolados bem grandes e olhos claros.
O jogo tava terminando e ela atraía minha atenção de alguma forma que a segui até ela entrar em um lugar que parecia uma escola municipal abandonada, onde pessoas de classe baixa haviam invadido e feito as salas de aula de quartos, quitinetes, etc...
O banheiro da escola era coletivo para todos os moradores.
Eu achava aquilo estranhíssimo.
De repente me dava conta de que estava em uma gravação de um filme ao mesmo tempo que parecia não ser.
Na cena eu deveria chamar a menina, que ia em direção à primeira sala/casa que ficava próxima ao banheiro.
Algumas pessoas desconhecidas passavam e eu deveria tentar beijá-la, como se os personagens tivessem se apaixonado de primeira vista.
Ela dizia que não e entreabria a porta da primeira sala, onde pelo espelho que tinham colocado dentro dela, eu conseguia enxergar um homem moreno quase afro, sem camisa, de cabelo raspado, que na ocasião era o namorado dela e eu sabia que era bandido.
Assim que eu via que ele estava vindo em direção à porta, entrava no tal banheiro pra que ele não me visse.
Ele a mandava entrar na sala e fechava a porta.
Eu saía correndo e neste momento já não estava mais de carro e sim de bicicleta.
No caminho via alguns amigos que acenavam pra mim e pensava "Que legal todo esse pessoal conhecido estar no filme também..."
E tudo foi escurecendo...
Juro que sonhei!
E mesmo assim, este lugar estava diferente.
Eu acabava de sair da faculdade e ia pegar o carro perto desse lugar.
Achava que subindo a ladeira, iria chegar perto da minha rua.
Mas na metade dela eu percebi que ia cair em uma favela onde avistava lá em cima alguns homens armados, ficava com medo e dava meia volta pra tentar ir por um caminho mais seguro.
Quando eu descia, achava uns amigos jogando bola e parava pra olhar.
Entre eles havia uma menina quase do meu tamanho, com pele bronzeada, loira, cabelos encaracolados bem grandes e olhos claros.
O jogo tava terminando e ela atraía minha atenção de alguma forma que a segui até ela entrar em um lugar que parecia uma escola municipal abandonada, onde pessoas de classe baixa haviam invadido e feito as salas de aula de quartos, quitinetes, etc...
O banheiro da escola era coletivo para todos os moradores.
Eu achava aquilo estranhíssimo.
De repente me dava conta de que estava em uma gravação de um filme ao mesmo tempo que parecia não ser.
Na cena eu deveria chamar a menina, que ia em direção à primeira sala/casa que ficava próxima ao banheiro.
Algumas pessoas desconhecidas passavam e eu deveria tentar beijá-la, como se os personagens tivessem se apaixonado de primeira vista.
Ela dizia que não e entreabria a porta da primeira sala, onde pelo espelho que tinham colocado dentro dela, eu conseguia enxergar um homem moreno quase afro, sem camisa, de cabelo raspado, que na ocasião era o namorado dela e eu sabia que era bandido.
Assim que eu via que ele estava vindo em direção à porta, entrava no tal banheiro pra que ele não me visse.
Ele a mandava entrar na sala e fechava a porta.
Eu saía correndo e neste momento já não estava mais de carro e sim de bicicleta.
No caminho via alguns amigos que acenavam pra mim e pensava "Que legal todo esse pessoal conhecido estar no filme também..."
E tudo foi escurecendo...
Juro que sonhei!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Amigos e Pivetes
Estava em um bairro da zona sul do Rio de Janeiro, que parecia ser a mistura de Copacabana, Ipanema, Leblon e Laranjeiras, mas não era nenhum desses, ou seja, era um bairro fictício para o sonho. Rsrs.
Lá eu estava no apartamento de alguns amigos que nunca vi na minha vida, que eram 2 meninos e duas meninas.
Era aniversário de um deles e havíamos nos esquecido d comprar as velas pro bolo e os espetos pro churrasquinho.
Descíamos, dois amigos e eu pra ir ao mercado ver se achava o que precisava.
Tínhamos muito medo dos meninos de rua que vinham pedir dinheiro. Alguns eram sujos, outros nem tanto.
Eu dizia que era pra gente ter cuidado pra não se separar no caminho, pois os pivetes poderiam encurralar um de nós. Então dávamos os braços uns pros outros e íamos em direção ao mercado.
Quando passávamos em frente a uma banca de jornal, um pivete vinha nos pedir dinheiro de forma agressiva e ficava segurando nosso braço. Eu dizia pra ele que seria bem melhor pra ele se ele saísse da frente. Eu o empurrava de leve e continuava andando...
Então ele desistia de pedir.
Eu dava um beijo no rosto da minha amiga que era uma menina branca, mais ou menos magra, de cabelos pretos ondulados, com a pele do rosto bem lisa, bem cuidada.
E o amigo, também tinha cabelo grande, cacheado, castanhos, só que mal cuidados. Ele era meio gordinho e tinha barba por fazer.
Eu estava feliz de estar ao lado deles, que pareciam ser muito bacanas mesmo.
E assim fui acordando...
Juro que sonhei!!!
Lá eu estava no apartamento de alguns amigos que nunca vi na minha vida, que eram 2 meninos e duas meninas.
Era aniversário de um deles e havíamos nos esquecido d comprar as velas pro bolo e os espetos pro churrasquinho.
Descíamos, dois amigos e eu pra ir ao mercado ver se achava o que precisava.
Tínhamos muito medo dos meninos de rua que vinham pedir dinheiro. Alguns eram sujos, outros nem tanto.
Eu dizia que era pra gente ter cuidado pra não se separar no caminho, pois os pivetes poderiam encurralar um de nós. Então dávamos os braços uns pros outros e íamos em direção ao mercado.
Quando passávamos em frente a uma banca de jornal, um pivete vinha nos pedir dinheiro de forma agressiva e ficava segurando nosso braço. Eu dizia pra ele que seria bem melhor pra ele se ele saísse da frente. Eu o empurrava de leve e continuava andando...
Então ele desistia de pedir.
Eu dava um beijo no rosto da minha amiga que era uma menina branca, mais ou menos magra, de cabelos pretos ondulados, com a pele do rosto bem lisa, bem cuidada.
E o amigo, também tinha cabelo grande, cacheado, castanhos, só que mal cuidados. Ele era meio gordinho e tinha barba por fazer.
Eu estava feliz de estar ao lado deles, que pareciam ser muito bacanas mesmo.
E assim fui acordando...
Juro que sonhei!!!
sábado, 10 de novembro de 2012
Cinema na Favela
Estava em uma favela plana que no sonho se localizava em Realengo, bairro da zona oeste do Rio.
Eu havia entrado nesse lugar para desviar de uma pessoa (sem citar nome) que eu não queria encontrar (nem em sonho)... Entrei nessa favela e de repente eu procurava um cinema alternativo que tinha sido construído por um projeto social do governo.
Encontrava o gigante Guilherme da faculdade e perguntava pra ele onde era e como eu chegava ao tal cinema. Eu sabia que ele fazia parte do tal projeto.
Ele já estava indo embora e eu tinha medo de chegar atrasado no cinema, não sei porque.
Passava por alguns becos da favela, que eram bem organizados, de modo que o chão era cimentado e as casas eram niveladas, uma estrutura como se fosse o corredor de um andar de um prédio qualquer.
Chegando no cinema, realmente já estava sendo fechado e quem estava lá desligando os últimos aparelhos eletrônicos era minha professora de Anatomia (nada a ver ser ela).
Ela estava contente com o resultado do projeto e com mais um dia concluído.
Saímos de lá, fechamos a porta e fomos embora.
Ela entrou no carro dela e eu fui embora procurando um ponto de ônibus.
Juro que sonhei!!! kkk!
Eu havia entrado nesse lugar para desviar de uma pessoa (sem citar nome) que eu não queria encontrar (nem em sonho)... Entrei nessa favela e de repente eu procurava um cinema alternativo que tinha sido construído por um projeto social do governo.
Encontrava o gigante Guilherme da faculdade e perguntava pra ele onde era e como eu chegava ao tal cinema. Eu sabia que ele fazia parte do tal projeto.
Ele já estava indo embora e eu tinha medo de chegar atrasado no cinema, não sei porque.
Passava por alguns becos da favela, que eram bem organizados, de modo que o chão era cimentado e as casas eram niveladas, uma estrutura como se fosse o corredor de um andar de um prédio qualquer.
Chegando no cinema, realmente já estava sendo fechado e quem estava lá desligando os últimos aparelhos eletrônicos era minha professora de Anatomia (nada a ver ser ela).
Ela estava contente com o resultado do projeto e com mais um dia concluído.
Saímos de lá, fechamos a porta e fomos embora.
Ela entrou no carro dela e eu fui embora procurando um ponto de ônibus.
Juro que sonhei!!! kkk!
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