Estava em um grande salão de dança junto com a Daphne. Eneste salão, nossa querida amiga Luiza tentava nos ensinar passos de zouk...
*******************
Estava passando de carro pela rua do estádio engenhão, só que ao invés de ser só uma reta, tinha uma curva acentuada.
E nessa curva tinha um canteiro triangular, onde tinham muitos sacos de lixo pretos.
Uns 10 jovens moradores de rua tentavam impedir minha passagem pra me roubar, mas eu acelerava, passando por cima do lixo e conseguia escapar...
******************
No alto de um morro eu assistia a polícia prendendo um cara que eu nunca vi na vida.
No sonho, ele era conhecido do pai da Daphne, que trazia de carro um parente do tal bandido pra conversar com os policiais. Uma criança de aproximadamente 7 anos, brincava de puxar um rato de brinquedo, mas ese brinquedo parecia real.
******************
No sonho eu parecia estar jogando The Sims, onde os avatares estavam próximos a uma fogueira, que quando eu dava zoom na imagem, podia sentir a quentura da fogueira através do monitor.
De repente eu já estava dentro do jogo, que passava a parecer real.
Um leão invadia o quintal e corria atrás de todo mundo.
Ele conseguia pegar um dos colegas ao avançar nele saltando, o que o fez atravessar as patas no corpo do menino.
Continuamos correndo fugindo do leão e eu lembrava que minha mãe estava na cozinha sem saber sobre o leão.
Tentei despistar o leão de todas as formas mas ele estava insistindo em vir só atrás de mim.
Eu consegui fugir pelo portão com a ajuda da Tatiane e do Rodrigo.
Mas o leão conseguia pular o muro e eu desisti de enfrentá-lo.
Ele se transformou em um cachorro e passou a ser carinhoso comigo.
Neste blog, diariamente conto todos os meus sonhos, pois a cada madrugada, parece que saio do meu corpo e vou pra lugares legais ou estranhos, encontrar pessoas conhecidas e desconhecidas e passar por situações divertidas ou constrangedoras. Este será o espaço pra eu dividir todas essas histórias loucas com o mundo, além de ser uma forma de eu não esquecer. Bem vindos às minhas viagens soníferas!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Fuga.
Estava em uma casa que tinha um quintal grande, todo gramado.
Ali moravam a Heloísa Périssé e a Ingrid Guimaraes.
Estávamos os três deitados na sala, batendo papo de amigos.
Quando de repente chegava o Coronel Ramiro, personagem vivido por Antônio Fagundes em 'Gabriela'.
Alguém contou pra ele que ele estava sendo traído pela mulher e ele como conhecia a gente, veio tirar a história a limpo.
Como eu achava que o papo seria mais com elas, me levantei e apertei a mão dele, me despedindo.
Ele segurava minha mão me impedindo de sair e mandava as duas embora.
Elas saíram correndo e ele me dava meia gravata, tentando me enforcar pra eu contar tudo o que eu sabia.
Não sei porque, eu tinha dito pra ele que eu tinha 17 anos.
E com tom ameaçador ele perguntava "Você tem 16 anos seu corninho?" e eu respondia em tom debochado que não, "Olha quanto pêlo eu tenho na perna, não sou tão novo. E corninho também não, pois ao contrário de você, não tenho esposa me traindo".
Ele ficou louco de raiva e disse que me daria um tiro, mas que antes me torturaria pra eu contar com quem a esposa dele estava o traindo.
Segurando meu braço, ele pegou um botijão de gás com uma corda grande.
Não sei o que ele iria fazer comigo com aquilo.
Só sei que consegui me soltar dele e sair correndo.
No quintal tinham algumas crianças correndo e pra minha sorte, o único guardião que ele tinha levado pra tomar conta do quintal, era estranhamente a Bia, colega da faculdade.
Ela fingia que não me via correndo e tossia disfarçando.
O próprio coronel vinha atrás de mim. Eu tinha medo de levar um tiro.
Eu estava começando a escalar a grade ao lado do portão pra fugir e ele dizia "Pula mesmo, mas pula bem pulado", convicto de que eu não conseguiria.
Mas eu consegui antes que ele pudesse pegar meus pés.
No sonho eu lembrava que já tinha pulado ali outras vezes e por isso tive aquela habilidade de pular rápido.
O Coronel ficou xingando e eu saí correndo xingando de volta.
Juro que sonhei!
Ali moravam a Heloísa Périssé e a Ingrid Guimaraes.
Estávamos os três deitados na sala, batendo papo de amigos.
Quando de repente chegava o Coronel Ramiro, personagem vivido por Antônio Fagundes em 'Gabriela'.
Alguém contou pra ele que ele estava sendo traído pela mulher e ele como conhecia a gente, veio tirar a história a limpo.
Como eu achava que o papo seria mais com elas, me levantei e apertei a mão dele, me despedindo.
Ele segurava minha mão me impedindo de sair e mandava as duas embora.
Elas saíram correndo e ele me dava meia gravata, tentando me enforcar pra eu contar tudo o que eu sabia.
Não sei porque, eu tinha dito pra ele que eu tinha 17 anos.
E com tom ameaçador ele perguntava "Você tem 16 anos seu corninho?" e eu respondia em tom debochado que não, "Olha quanto pêlo eu tenho na perna, não sou tão novo. E corninho também não, pois ao contrário de você, não tenho esposa me traindo".
Ele ficou louco de raiva e disse que me daria um tiro, mas que antes me torturaria pra eu contar com quem a esposa dele estava o traindo.
Segurando meu braço, ele pegou um botijão de gás com uma corda grande.
Não sei o que ele iria fazer comigo com aquilo.
Só sei que consegui me soltar dele e sair correndo.
No quintal tinham algumas crianças correndo e pra minha sorte, o único guardião que ele tinha levado pra tomar conta do quintal, era estranhamente a Bia, colega da faculdade.
Ela fingia que não me via correndo e tossia disfarçando.
O próprio coronel vinha atrás de mim. Eu tinha medo de levar um tiro.
Eu estava começando a escalar a grade ao lado do portão pra fugir e ele dizia "Pula mesmo, mas pula bem pulado", convicto de que eu não conseguiria.
Mas eu consegui antes que ele pudesse pegar meus pés.
No sonho eu lembrava que já tinha pulado ali outras vezes e por isso tive aquela habilidade de pular rápido.
O Coronel ficou xingando e eu saí correndo xingando de volta.
Juro que sonhei!
2 Sonhos...
Dois dos onhos que tive quando estive fora...
Estava perto da minha casa, em uma praça. Já era noite e dizia uma lenda, que todo ano, no dia 24 do mês em que estávamos, quando caía a noite, coisas estranhas aconteciam, tais como sumiço de pessoas, assassinatos, etc. A polícia aconselhava as pessoas a não saírem de casa nesse dia do ano.
Meu carro estava estacionado em uma das ruas em frente à praça.
Uma das lendas dizia que um ser estranho denominado como 'Sombra', aparecia e roubava pessoas para consumo de sua alma e/ou espírito.
Sabendo dessa história, quando eu estava caminhando para o carro, eu ligava minha câmera digital e começava a filmar tudo.
Até eu chegar no carro, nada acontecia.
Quando eu abri a porta pra entrar e vir pra casa, uma mulher estava atravessando a rua.
O Tal 'Sombra' aparecia e arrastava ela pelos cabelos.
Ele tinha pele branca, usava roupas pretas, retalhadas, tinha os olhos arregalados e cabelos pretos e grandes, sujos e oleosos.
A princípio ele não percebia a minha presença naquele local.
A mulher tentava gritar mas não conseguia, pois como num passe de mágica, o 'sombra' fazia com que a voz da mulher sumisse.
Assustadíssimo com aquela situação eu me mexia pra entrar no carro.
Ele percebeu que eu estava ali e filmando tudo.
Me olhou com uma cara assustadora como se quisesse perguntar "Quem é você? O que está fazendo aqui e com essa câmera na mão?".
Ele começou a dar um grito demoníaco, soltou a mulher e veio pra cima de mim.
Joguei a câmera nele e acordei com um pulo.
Sinistro.
*************
Esse sonho foi legal...
Era um dia de sol e eu estava em frente a um grande Teatro em uma cidade que eu não sei onde era, mas sei que era no Brasil.
Um espetáculo conhecido mundialmente estava vindo pra cá pra uma temporada.
E um evento estava acontecendo na porta do teatro, como se fosse um trailer do espetáculo.
Um boneco gigante feito de uma espécia de massa emborrachada saía de dentro do teatro.
Muitas pessoas tiravam fotos, e a imprensa estava presente em peso, filmando e fotografando tudo.
Eu achava aquilo incrível.
Ao som de uma música instrumental, o boneco gigante começava a sumir de cima para baixo, como que entrando em si mesmo.
Começava pela cabeça e no lugar daquela cabeça gigante, aparecia a cabeça do ator, vestido com uniforme daquele personagem, que mais parecia um herói dos quadrinhos misturado com Blue Man Group e Bonequinho Vil.
Era engraçado ver aquela cabeça pequena em um corpo gigante.
Então a transformação continuava e o corpo ia sumindo, dando lugar ao corpo real.
Braços, tronco, e pernas.
E exatamente no fim da música, o homem estava ali, em pé. Que mágica era aquela? pra onde foi aquele corpo gigante?
Todos aplaudiam muito e fui acordando...
Juro que sonhei!
Estava perto da minha casa, em uma praça. Já era noite e dizia uma lenda, que todo ano, no dia 24 do mês em que estávamos, quando caía a noite, coisas estranhas aconteciam, tais como sumiço de pessoas, assassinatos, etc. A polícia aconselhava as pessoas a não saírem de casa nesse dia do ano.
Meu carro estava estacionado em uma das ruas em frente à praça.
Uma das lendas dizia que um ser estranho denominado como 'Sombra', aparecia e roubava pessoas para consumo de sua alma e/ou espírito.
Sabendo dessa história, quando eu estava caminhando para o carro, eu ligava minha câmera digital e começava a filmar tudo.
Até eu chegar no carro, nada acontecia.
Quando eu abri a porta pra entrar e vir pra casa, uma mulher estava atravessando a rua.
O Tal 'Sombra' aparecia e arrastava ela pelos cabelos.
Ele tinha pele branca, usava roupas pretas, retalhadas, tinha os olhos arregalados e cabelos pretos e grandes, sujos e oleosos.
A princípio ele não percebia a minha presença naquele local.
A mulher tentava gritar mas não conseguia, pois como num passe de mágica, o 'sombra' fazia com que a voz da mulher sumisse.
Assustadíssimo com aquela situação eu me mexia pra entrar no carro.
Ele percebeu que eu estava ali e filmando tudo.
Me olhou com uma cara assustadora como se quisesse perguntar "Quem é você? O que está fazendo aqui e com essa câmera na mão?".
Ele começou a dar um grito demoníaco, soltou a mulher e veio pra cima de mim.
Joguei a câmera nele e acordei com um pulo.
Sinistro.
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Esse sonho foi legal...
Era um dia de sol e eu estava em frente a um grande Teatro em uma cidade que eu não sei onde era, mas sei que era no Brasil.
Um espetáculo conhecido mundialmente estava vindo pra cá pra uma temporada.
E um evento estava acontecendo na porta do teatro, como se fosse um trailer do espetáculo.
Um boneco gigante feito de uma espécia de massa emborrachada saía de dentro do teatro.
Muitas pessoas tiravam fotos, e a imprensa estava presente em peso, filmando e fotografando tudo.
Eu achava aquilo incrível.
Ao som de uma música instrumental, o boneco gigante começava a sumir de cima para baixo, como que entrando em si mesmo.
Começava pela cabeça e no lugar daquela cabeça gigante, aparecia a cabeça do ator, vestido com uniforme daquele personagem, que mais parecia um herói dos quadrinhos misturado com Blue Man Group e Bonequinho Vil.
Era engraçado ver aquela cabeça pequena em um corpo gigante.
Então a transformação continuava e o corpo ia sumindo, dando lugar ao corpo real.
Braços, tronco, e pernas.
E exatamente no fim da música, o homem estava ali, em pé. Que mágica era aquela? pra onde foi aquele corpo gigante?
Todos aplaudiam muito e fui acordando...
Juro que sonhei!
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Últimos Sonhos
Estive viajando nos ´últimos dias, e com o fraco acesso à internet, não tive tempo de escrever os últimos sonhos.
Assim que der eu vou escrever.
Tive muitos sonhos, dois deles muito interessantes.
É isso!
JURO que vou contar o QUE SONHEI!
Assim que der eu vou escrever.
Tive muitos sonhos, dois deles muito interessantes.
É isso!
JURO que vou contar o QUE SONHEI!
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Shopping e touca ninja!!
Estava em um shopping com a Daphne.
A praça de alimentação parecia mais um refeitório de colégio.
Íamos andando em direção contrária e Daphne ia na frente sem me esperar.
Uma menina de camiseta verde abordava-a e eu sentia muito ciúme, pois essa menina estava dando em cima da Daphne... Aquilo me corroía por dentro e fui acordando...
*******************
Estava em uma rua estranha onde eu e outros meninos estávamos usando um casaco com um capuz que ao ser puxado pra baixo, virava uma touca ninja. Eu ficava receoso de fazer aquilo, com medo da polícia ou alguém pensar que éramos bandidos.
Algo tinha acontecido por perto, pois havia muita imprensa fazendo entrevistas.
Eu tinha medo de aparecer naquelas câmeras, meu medo era que alguém me reconhecesse.
De repente já estávamos em um parque aquático com meus pais, e pra sair, teríamos que passar por um toboágua que a ponta dele era como um tábua que girava.
Quando escorregávamos nele, a tábua, girava e quase que eu caí de cara no chão, do outro lado da piscina, que parecia uma mini cachoeira que embora fosse artificial, eu pedia benção de Oxum.
Andávamos por um beco largo e curto até chegar na estradinha de terra pra esperar ônibus ou pensar em uma solução.
Um Eco Sport preto nos buscava afim de nos levar para o aeroporto, mas por forças maiores, que era de sede e fominha, parávamos em um bar pra ir ao banheiro e comer alguma coisa...
Amanheceu, o celular despertou e acordei. Juro que sonhei!
A praça de alimentação parecia mais um refeitório de colégio.
Íamos andando em direção contrária e Daphne ia na frente sem me esperar.
Uma menina de camiseta verde abordava-a e eu sentia muito ciúme, pois essa menina estava dando em cima da Daphne... Aquilo me corroía por dentro e fui acordando...
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Estava em uma rua estranha onde eu e outros meninos estávamos usando um casaco com um capuz que ao ser puxado pra baixo, virava uma touca ninja. Eu ficava receoso de fazer aquilo, com medo da polícia ou alguém pensar que éramos bandidos.
Algo tinha acontecido por perto, pois havia muita imprensa fazendo entrevistas.
Eu tinha medo de aparecer naquelas câmeras, meu medo era que alguém me reconhecesse.
De repente já estávamos em um parque aquático com meus pais, e pra sair, teríamos que passar por um toboágua que a ponta dele era como um tábua que girava.
Quando escorregávamos nele, a tábua, girava e quase que eu caí de cara no chão, do outro lado da piscina, que parecia uma mini cachoeira que embora fosse artificial, eu pedia benção de Oxum.
Andávamos por um beco largo e curto até chegar na estradinha de terra pra esperar ônibus ou pensar em uma solução.
Um Eco Sport preto nos buscava afim de nos levar para o aeroporto, mas por forças maiores, que era de sede e fominha, parávamos em um bar pra ir ao banheiro e comer alguma coisa...
Amanheceu, o celular despertou e acordei. Juro que sonhei!
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Centro, festa e carro...
Estava ajudando na preparação de uma festinha de criança, junto aos meus irmãos do CELFC.
Estava em um lugar não bem identificado, pois ao mesmo tempo que parecia uma caçamba de caminhão, parecia também o andar mais alto de um prédio e as vezes o andar mais baixo.
Parecia estar perto de uma cozinha, ajudando também a fazer o almoço.
Tia Cândida levantava da cadeira pra pegar alguma coisa e quando voltava, alguém havia retirado a cadeira de lá. Eu e Xandão oferecíamos a nossa cadeira pra que ela sentasse, mas alguém chegava com uma cadeira nova e melhor e ela sentava.
Dofonitinha de Ogunté me perguntava se eu tinha como buscar a Dindinha de carro em algum lugar mais ou menos perto, pois ela estava vindo de longe com sacolas pesadas.
Mas ela ainda estava muito muito longe.
Ao lado do térreo do prédio, havia uma casa de festas.
Dofonitinha pegava vários cartões da loja e distribuía um pra cada irmão. Atrás de cada cartão ela havia colocado o número de telefone de um irmão de cada vez...
De repente meu pai aparecia e mostrava pra ele um carro novo que eu tinha visto, da Nissan. O carro atrás parecia um Honda Fit, mas era da Nissan e eu não sabia o nome.
Ele era estranho, pois atrás tinham só 3 lanternas, em diagonal.
A principal era a do meio. A maenor era responsável por funções menos difíceis. A terceira era uma lanterna branquinha que servia só pra ascender a luz de ré.
Juro que sonhei!!
Estava em um lugar não bem identificado, pois ao mesmo tempo que parecia uma caçamba de caminhão, parecia também o andar mais alto de um prédio e as vezes o andar mais baixo.
Parecia estar perto de uma cozinha, ajudando também a fazer o almoço.
Tia Cândida levantava da cadeira pra pegar alguma coisa e quando voltava, alguém havia retirado a cadeira de lá. Eu e Xandão oferecíamos a nossa cadeira pra que ela sentasse, mas alguém chegava com uma cadeira nova e melhor e ela sentava.
Dofonitinha de Ogunté me perguntava se eu tinha como buscar a Dindinha de carro em algum lugar mais ou menos perto, pois ela estava vindo de longe com sacolas pesadas.
Mas ela ainda estava muito muito longe.
Ao lado do térreo do prédio, havia uma casa de festas.
Dofonitinha pegava vários cartões da loja e distribuía um pra cada irmão. Atrás de cada cartão ela havia colocado o número de telefone de um irmão de cada vez...
De repente meu pai aparecia e mostrava pra ele um carro novo que eu tinha visto, da Nissan. O carro atrás parecia um Honda Fit, mas era da Nissan e eu não sabia o nome.
Ele era estranho, pois atrás tinham só 3 lanternas, em diagonal.
A principal era a do meio. A maenor era responsável por funções menos difíceis. A terceira era uma lanterna branquinha que servia só pra ascender a luz de ré.
Juro que sonhei!!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Navio, Atrizes e Carro.
Estava em uma espécie de um barco, como se fosse um micro navio.
Eu e meus irmãos do CELFC, Felippe e Fernandinho, tentávamos passar por um lugar proibido. As escadas do tal navio, eram bem estreitas, só podendo passar um de cada vez.
Dentro desse barco haveriam encenações, peças de teatro, shows, etc..
Ao tentarmos passar onde não era permitido, fomos impedidos pelo nosso irmão Dofono.
Tentamos negociar passar por aquele caminho, mas não teve jeito, tivemos que dar uma enorme volta no barco/navio pra chegar no lugar onde queríamos.
Eles diziam que iam jantar e que depois nos encontraríamos de novo.
Eu entrava então, para a parte fechada.
Ao passar por um dos corredores dentro do navio, via uma porta onde era o camarim dos atores que se apresentariam mais tarde.
Abri a porta e vi duas atrizes deitadas, dormindo no chão.
Uma delas eu não identifiquei, a outra eu sei quem era. Era a atriz Samanta Lemos, que tive oportunidade de conhecer durante um ensaio para o longa 'Cordabamba - O Filme', em ela e eu fizemos parte do elenco de participações.
Elas duas estavam deitadas ao lado uma da outra, só que uma um pouco mais acima. Estranhamente, as duas pareciam estar tendo pesadelos e se sacudiam muito, ao ponto de uma começar a esbarrar na outra.
Samanta parecia estar mais nervosa em seu sonho, pois ao sentir que a menina esbarrou nela, inconscientemente ela começava a bater muito na amiga, que por sua vez estava em um sono muito pesado e apesar de estar apanhando muito, não acordava.
Eu me assustava com aquilo e comecei a tentar acordar as duas, que foram se acalmando e aos poucos voltando a si...
********************************************
Estava dentro do carro em uma rua de Realengo com meu pai e minha mãe. Eu usava uma camisa social por cima de um casaco. Ambas peças de roupa eram de botão e eu tinha dificuldade de conseguir fechar esses botões.
Tentava manobrar o carro mas um outro carro parava na frente do meu tentando manobrar também.
Ficamos enrolados pra conseguir sair dali, de modo que um carro estava prendendo o outro. Até que veio uma caminhonete branca e deu uma batidinha no outro carro, afim de passar e consequentemente desfazer o nó em que estávamos...
Sonhos estranhos né... Mas eu JURO que sonhei. =P
Eu e meus irmãos do CELFC, Felippe e Fernandinho, tentávamos passar por um lugar proibido. As escadas do tal navio, eram bem estreitas, só podendo passar um de cada vez.
Dentro desse barco haveriam encenações, peças de teatro, shows, etc..
Ao tentarmos passar onde não era permitido, fomos impedidos pelo nosso irmão Dofono.
Tentamos negociar passar por aquele caminho, mas não teve jeito, tivemos que dar uma enorme volta no barco/navio pra chegar no lugar onde queríamos.
Eles diziam que iam jantar e que depois nos encontraríamos de novo.
Eu entrava então, para a parte fechada.
Ao passar por um dos corredores dentro do navio, via uma porta onde era o camarim dos atores que se apresentariam mais tarde.
Abri a porta e vi duas atrizes deitadas, dormindo no chão.
Uma delas eu não identifiquei, a outra eu sei quem era. Era a atriz Samanta Lemos, que tive oportunidade de conhecer durante um ensaio para o longa 'Cordabamba - O Filme', em ela e eu fizemos parte do elenco de participações.
Elas duas estavam deitadas ao lado uma da outra, só que uma um pouco mais acima. Estranhamente, as duas pareciam estar tendo pesadelos e se sacudiam muito, ao ponto de uma começar a esbarrar na outra.
Samanta parecia estar mais nervosa em seu sonho, pois ao sentir que a menina esbarrou nela, inconscientemente ela começava a bater muito na amiga, que por sua vez estava em um sono muito pesado e apesar de estar apanhando muito, não acordava.
Eu me assustava com aquilo e comecei a tentar acordar as duas, que foram se acalmando e aos poucos voltando a si...
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Estava dentro do carro em uma rua de Realengo com meu pai e minha mãe. Eu usava uma camisa social por cima de um casaco. Ambas peças de roupa eram de botão e eu tinha dificuldade de conseguir fechar esses botões.
Tentava manobrar o carro mas um outro carro parava na frente do meu tentando manobrar também.
Ficamos enrolados pra conseguir sair dali, de modo que um carro estava prendendo o outro. Até que veio uma caminhonete branca e deu uma batidinha no outro carro, afim de passar e consequentemente desfazer o nó em que estávamos...
Sonhos estranhos né... Mas eu JURO que sonhei. =P
domingo, 2 de setembro de 2012
Faculdade, teatro e amigos...
Estava na faculdade e era hora do intervalo.
O próximo tempo seria de uma aula do nosso curso, mas também alguma coisa relacionada ao Teatro.
Logo teríamos apresentação de um espetáculo mas nem eu e nem meus amigos sabiam de nada sobre o que faríamos. Nada sobre texto, figurino, etc...
Todos estavam muito preocupados e com medo.
Não lembro de todo mundo que estava nesse sonho, mas lembro que eu ficava cuidando da Carla, que é da minha turma mesmo na facul, pois ela era a pessoa que estava mais nervosa e preocupada com tudo.
Dormi muito pouco nesta última noite devido ao nariz entupido e alergia.
Pouco sono, pouco sonho, mas juro que sonhei!
O próximo tempo seria de uma aula do nosso curso, mas também alguma coisa relacionada ao Teatro.
Logo teríamos apresentação de um espetáculo mas nem eu e nem meus amigos sabiam de nada sobre o que faríamos. Nada sobre texto, figurino, etc...
Todos estavam muito preocupados e com medo.
Não lembro de todo mundo que estava nesse sonho, mas lembro que eu ficava cuidando da Carla, que é da minha turma mesmo na facul, pois ela era a pessoa que estava mais nervosa e preocupada com tudo.
Dormi muito pouco nesta última noite devido ao nariz entupido e alergia.
Pouco sono, pouco sonho, mas juro que sonhei!
sábado, 1 de setembro de 2012
Preto-Velho e Inundação...
O relógio já marcava mais de meia-noite.
Estava no quarto da minha mãe com ela, pronto pra dormir, quando minha irmã chegava reclamando de algum problema no trabalho.
Começava a sentir uma vibração e, deitado, incorporava o preto-velho.
Ele levantava, abraçava minha irmã e dizia que tudo ia ficar bem, que ele daria força pra ela. Ela chorava, chorava e ia se acalmando no abraço do querido vovô.
Assim que ela se acalmava ele se preparava pra ir embora e ouvia um barulho de água caindo. Minha mãe ia olhar e via que muitos canos estavam estourados.
A nossa casa estava inundando.
O vovô dizia que aquilo tinha que ser consertado ou perderíamos a casa pra inundação.
Estranhamente, todos tratavam ele com intimidade em excesso, beirando inclusive uma certa falta de respeito, porém o vovô não se afetava com nada, continuando humilde em vibração e pensamentos.
Quando ele se preparava pra desincorporar, meu querido irmão e amigo Xandão, entrava no quarto e pedia pra que ele ainda não fosse, pois queria dar um abraço.
O vovô ficava feliz com o carinho recebido por hora e então ia embora.
Ao desincorporar, eu via a cozinha cheia de água no chão, com filhotes recém-nascidos, que eu não sabia identificar se eram de gato ou rato. Eles boiavam e já procuravam o que comer naquela água barrenta.
Um sonho realmente bastante estranho.
Juro que sonhei...
Estava no quarto da minha mãe com ela, pronto pra dormir, quando minha irmã chegava reclamando de algum problema no trabalho.
Começava a sentir uma vibração e, deitado, incorporava o preto-velho.
Ele levantava, abraçava minha irmã e dizia que tudo ia ficar bem, que ele daria força pra ela. Ela chorava, chorava e ia se acalmando no abraço do querido vovô.
Assim que ela se acalmava ele se preparava pra ir embora e ouvia um barulho de água caindo. Minha mãe ia olhar e via que muitos canos estavam estourados.
A nossa casa estava inundando.
O vovô dizia que aquilo tinha que ser consertado ou perderíamos a casa pra inundação.
Estranhamente, todos tratavam ele com intimidade em excesso, beirando inclusive uma certa falta de respeito, porém o vovô não se afetava com nada, continuando humilde em vibração e pensamentos.
Quando ele se preparava pra desincorporar, meu querido irmão e amigo Xandão, entrava no quarto e pedia pra que ele ainda não fosse, pois queria dar um abraço.
O vovô ficava feliz com o carinho recebido por hora e então ia embora.
Ao desincorporar, eu via a cozinha cheia de água no chão, com filhotes recém-nascidos, que eu não sabia identificar se eram de gato ou rato. Eles boiavam e já procuravam o que comer naquela água barrenta.
Um sonho realmente bastante estranho.
Juro que sonhei...
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