Meu pai me deixava de carro em uma escola de teatro.
O professor Sérgio que me dá aula na UCB, aplicava na turma um exercício teatral misturado com um de Educação Física.
A sala estava lotada de gente, umas 200 pessoas. E 12 dessas pessoas estavam vestidas com uniforme completo de um time de Futebol Americano. Metade usava uniforme azul marinho com números brancos e a outra metade, o branco com números azuis.
A aula era em um salão enorme, que parecia o local onde acontecem as lutas de judô nas olimpíadas, sendo que o teto era em altura normal, de uma sala qualquer.
Ambos os times, podiam ter ajuda de pessoas com roupas normais, que pareciam ser uniformes de ensino médio, azul marinho e branco. Nos times, parecia ter no total, 20 pessoas pra cada lado.
As pessoas com roupa normal tinham o objetivo de atrapalhar quem tivesse com a bola na mão, mas sem encostar, pois poderiam se machucar.
Só quem estivesse de uniforme de futebol americano é que podia carregar a bola, podendo esbarrar de qualquer maneira nos adversários uniformizados, não podendo esbarrar nas pessoas de roupa normal, só desviar.
Tinham que, assim como no futebol americano, levar a bola até o fundo do campo adversário.
O aluno/jogador vestido de uniforme azul marinho, conseguiu fazer o gol, enquanto os outros se derrubavam bem no estilo americano mesmo.
E o objetivo do jogo era mostrar para os alunos que o Teatro não é atoa. Cada cena deve ter um objetivo a ser alcançado. E as pessoas que tinham a função de atrapalhar, representavam o conflito que os personagens devem ter em cena para que ela se torne clara pra quem assiste, tanto quanto um jogo de futebol americano.
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Meio que continuando o sonho anterior, eu saía da faculdade e ia para o estacionamento pegar o carro do meu pai. Já passavam das 22hs e eu estava com medo de o estacionamento fechar e meu carro ficar preso lá dentro.
Eu devia entrar por uma outra entrada.
Quando eu cheguei eu vi que ainda haviam muitos carros, então fiquei tranquilo.
Aquele lugar era como se fosse os fundos da casa de algum parente, pois minha tia estava lá e me dava um saquinho de doce de cosme e damião.
Eu comia todos os doces e me preparava pra ir embora.
Tomei banho em um banheiro parecido com o meu, só que maior. Na porta do banheiro tinha alguém vestido de E.T, mas também parecia um macaco e essa pessoa dizia que gostava muito de mim e apertava a minha mão.
O celular despertou e dei um pulo da cama.
Juro que sonhei!!

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