segunda-feira, 1 de julho de 2013

Prisão

Havia colocado meu carro em um estacionamento rotativo no qual o preço era R$10 fixo.
Ao sair do local e virar na rua onde eu entraria em um pequeno shopping que mais parecia uma galeria, avistava um monte de vagas.
Então voltei ao local pra retirar meu carro e colocar na vaga na rua. O moço concordou sem me cobrar nada e então fiz o que queria.
Antes de entrar no shopping um homem se dizendo oficial de justiça me prendia sem dizer o motivo, mandava seus subordinados me encapuzarem e me levaram preso.
Ao chegar na prisão, tiraram o capuz de mim e me colocavam na cela que tinha a pintura de cores claras e nas paredes haviam janelas de vidro blindado e uma parte do teto também era de vidro. Por fora do vidro tinham tapadeiras eletrônicas que eram utilizadas pra tapar a nossa visão quando não queriam que víssemos o que ocorria do lado de fora. Parecia um hospício.
Eu e mais uns 10 jovens estávamos nesta mesma cela e vestidos de roupas brancas e assim como eu, nenhum deles sabia o motivo de estar ali preso. Homens e mulheres compartilhavam a mesma cela.
Parecia que havíamos sido traficados para algum tipo de experiência em laboratório científico.
Entre esses jovens havia um menino que morava na mesma rua que eu (mas nunca o vi na minha vida).
Uma das meninas era parecida com a atriz Chandelly Braz e assim como a sua personagem em 'Saramandaia' a menina estava com os hormônios a flor da pele e precisou tomar uma injeção sedativa pra pegar no sono.
Eu conversava com uma menina morena, magra de no máximo 18 anos que era bailarina e tinha uma tatuagem de uma bailarina no braço.
Eu estava desesperado, pois quando fui preso estava a caminho de encontrar minha mãe no tal shopping e não sabia se ela já estava sabendo de tudo ou se estava preocupada me esperando.
Os guardas esqueceram de fechar as tapadeiras de noite e quando amanhecia, víamos que nossa cela estava presa à uma helicóptero gigante e aterrizando em um local que parecia um ferro velho. Então sacamos que aquilo não era uma prisão comum, algo estava errado.
Em determinado momento um guarda vinha avisar que era horário de visita e eu sem saber se alguém da minha família estaria lá pra me ver.
O ferro velho onde estávamos era nos fundos do tal shopping onde eu havia sido pego.
O homem que prendeu os jovens, dava 3 barras de ouro na mão de cada um, pra que fosse entregue pros visitantes com o intuito de que ficassem calados e não contassem nada pra ninguém sobre o acontecido.
Minha mãe, minha irmã e minha prima Caren iam me visitar. Eu chorava muito abraçando minha mãe dizendo que estava preocupado com ela e dizia que não tinha feito nada pra estar ali, que havia tido algum engano. Minha irmã também chorava, com pena de mim. Minha prima estava com o cabelo loiro, lisinho e curto com corte chanel.
Entregava a barra de ouro pra elas mas dizia pra elas darem um jeito de pesquisar o que era aquilo, procurarem a polícia de verdade pra investigar tudo.
Voltando pra cela, eu chamava o nome de todos os meus guias e amigos espirituais, pedindo que a justiça fosse feita.
Então acordei assustado e querendo beber água.

Sinistro né?
Juro que sonhei...

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