quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Saturno no Mar

Estava saindo de um shopping vazio chegando no estacionamento, acompanhado pela minha namorada ou pela minha irmã, não lembro.
No estacionamento do shopping, via-se o mar e já estava escurecendo.
Lá no meio do oceano, a gente via uma bola gigante que não sabíamos o que era. Eu perguntava se estavam vendo o que eu estava vendo.
Cegamos mais perto e eu ia pensando que poderia ser a Lua próxima da Terra, mas eu sentia falta dos buracos de queijo suíço nela. Chegando mais perto, percebia que o que estava quase que flutuando sobre o mar, era o planeta Saturno, conseguia ver até o seu anel bem fraquinho, quase apagado.
Achava que realmente o mundo estava pra acabar.
Imaginava que a terra estava por pouco pra se chocar com outros planetas e todos serem destruídos.
Mais longe no horizonte podia ver outras bolas gigantes já afundadas pela metade no mar.
Apesar da sensação de medo, aquela imagem era linda.
(Pesquisando na internet achei imagens que lembram um pouco as do sonho).


De repente essa bola gigante que parecia ser saturno, ficava colorida, o céu estrelado e o mar um pouco mais escuro.
O tal planeta afundou em velocidade, assim como as outras bolas gigantes.
E essas coisas começaram afundar e subir no mar, como se fossem balões ou boias gigantes, de vários formatos diferentes...


Pensei então que poderia ser algum mega evento, uma festa em alto mar.

Entrando no estacionamento, meu carro estava sozinho em uma garagem parecida coma s garagens americanas que vemos em filmes.
Em volta e sobre o meu carro, tinha muita terra, tipo areia de obra.
Eu tentava abrir a bica pra molhar o carro. Mas pra abrir eu precisava subir na tampa dianteira e pisar na areia que estava ali, assim arranhando o carro.

E de repente já estava no meu quintal onde os carros estavam colididos uns com os outros e eu dirigia um deles pra ajeitar, que parecia estar com o freio muito ruim.

E então fui acordando...

Juro que Sonhei!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vovô curado!

Estava na casa da minha avó e meu avô estava muito bem no sonho, agindo normal como agia antigamente, estava até barrigudo de novo!
Eu falava isso pra ele e comemorava o fato de ele poder cuidar de tudo de novo como sempre cuidou.
Ele por sua vez afirmava estar mesmo melhor do Alzheimer e contente com a recuperação milagrosa.
Emocionado, eu levantava do sofá pra dar um abraço de felicidade nele, que também se segurava pra não chorar.
Ficamos abraçados por um longo tempo quase chorando e tudo foi clareando.

Juro que sonhei.

domingo, 25 de novembro de 2012

Aniversário com Malandro

Estava preparando uma festa de criança quando uma das adolescentes presentes me pedia pra chamar o Seu Zé, que ela queria falar com ele.
Eu dizia que não era assim, só querer chamar, que em um outro dia ela conversaria com ele.
Na mesma hora em outro cômodo do lugar um amigo que é médium incorporativo, recebia o seu zé dele.
Assim que ele apareceu fui dar um abraço, mas ele estava irritado andando de um lado pro outro e dizia que não estava com uma energia formosa para dar abraço naquele momento.
Não cheguei a perguntar o motivo da irritação, pois tudo foi clareando e acordei.

Juro que sonhei...

sábado, 24 de novembro de 2012

Filme na Favela

Estava perto de casa, mas em um lugar que não costumo ir muito.
E mesmo assim, este lugar estava diferente.
Eu acabava de sair da faculdade e ia pegar o carro perto desse lugar.
Achava que subindo a ladeira, iria chegar perto da minha rua.
Mas na metade dela eu percebi que ia cair em uma favela onde avistava lá em cima alguns homens armados, ficava com medo e dava meia volta pra tentar ir por um caminho mais seguro.
Quando eu descia, achava uns amigos jogando bola e parava pra olhar.
Entre eles havia uma menina quase do meu tamanho, com pele bronzeada, loira, cabelos encaracolados bem grandes e olhos claros.
O jogo tava terminando e ela atraía minha atenção de alguma forma que a segui até ela entrar em um lugar que parecia uma escola municipal abandonada, onde pessoas de classe baixa haviam invadido e feito as salas de aula de quartos, quitinetes, etc...
O banheiro da escola era coletivo para todos os moradores.
Eu achava aquilo estranhíssimo.
De repente me dava conta de que estava em uma gravação de um filme ao mesmo tempo que parecia não ser.
Na cena eu deveria chamar a menina, que ia em direção à primeira sala/casa que ficava próxima ao banheiro.
Algumas pessoas desconhecidas passavam e eu deveria tentar beijá-la, como se os personagens tivessem se apaixonado de primeira vista.
Ela dizia que não e entreabria a porta da primeira sala, onde pelo espelho que tinham colocado dentro dela, eu conseguia enxergar um homem moreno quase afro, sem camisa, de cabelo raspado, que na ocasião era o namorado dela e eu sabia que era bandido.
Assim que eu via que ele estava vindo em direção à porta, entrava no tal banheiro pra que ele não me visse.
Ele a mandava entrar na sala e fechava a porta.
Eu saía correndo e neste momento já não estava mais de carro e sim de bicicleta.
No caminho via alguns amigos que acenavam pra mim e pensava "Que legal todo esse pessoal conhecido estar no filme também..."
E tudo foi escurecendo...

Juro que sonhei!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Amigos e Pivetes

Estava em um bairro da zona sul do Rio de Janeiro, que parecia ser a mistura de Copacabana, Ipanema, Leblon e Laranjeiras, mas não era nenhum desses, ou seja, era um bairro fictício para o sonho. Rsrs.
Lá eu estava no apartamento de alguns amigos que nunca vi na minha vida, que eram 2 meninos e duas meninas.
Era aniversário de um deles e havíamos nos esquecido d comprar as velas pro bolo e os espetos pro churrasquinho.
Descíamos, dois amigos e eu pra ir ao mercado ver se achava o que precisava.
Tínhamos muito medo dos meninos de rua que vinham pedir dinheiro. Alguns eram sujos, outros nem tanto.
Eu dizia que era pra gente ter cuidado pra não se separar no caminho, pois os pivetes poderiam encurralar um de nós. Então dávamos os braços uns pros outros e íamos em direção ao mercado.
Quando passávamos em frente a uma banca de jornal, um pivete vinha nos pedir dinheiro de forma agressiva e ficava segurando nosso braço. Eu dizia pra ele que seria bem melhor pra ele se ele saísse da frente. Eu o empurrava de leve e continuava andando...
Então ele desistia de pedir.
Eu dava um beijo no rosto da minha amiga que era uma menina branca, mais ou menos magra, de cabelos pretos ondulados, com a pele do rosto bem lisa, bem cuidada.
E o amigo, também tinha cabelo grande, cacheado, castanhos, só que mal cuidados. Ele era meio gordinho e tinha barba por fazer.
Eu estava feliz de estar ao lado deles, que pareciam ser muito bacanas mesmo.
E assim fui acordando...

Juro que sonhei!!!

sábado, 10 de novembro de 2012

Cinema na Favela

Estava em uma favela plana que no sonho se localizava em Realengo, bairro da zona oeste do Rio.
Eu havia entrado nesse lugar para desviar de uma pessoa (sem citar nome) que eu não queria encontrar (nem em sonho)... Entrei nessa favela e de repente eu procurava um cinema alternativo que tinha sido construído por um projeto social do governo.
Encontrava o gigante Guilherme da faculdade e perguntava pra ele onde era e como eu chegava ao tal cinema. Eu sabia que ele fazia parte do tal projeto.
Ele já estava indo embora e eu tinha medo de chegar atrasado no cinema, não sei porque.
Passava por alguns becos da favela, que eram bem organizados, de modo que o chão era cimentado e as casas eram niveladas, uma estrutura como se fosse o corredor de um andar de um prédio qualquer.
Chegando no cinema, realmente já estava sendo fechado e quem estava lá desligando os últimos aparelhos eletrônicos era minha professora de Anatomia (nada a ver ser ela).
Ela estava contente com o resultado do projeto e com mais um dia concluído.
Saímos de lá, fechamos a porta e fomos embora.
Ela entrou no carro dela e eu fui embora procurando um ponto de ônibus.

Juro que sonhei!!! kkk!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Casa velha e cirurgia!

Estava em uma casa abandonada, uma casa grande, um barraco grande.
Lá eu estava com alguém muito próximo que me levava pra fazer uma cirurgia pra consertar os dentes. Era tudo clandestino.
Um cara estranho me dava uma pomada anestésica pra eu passar na boca e em poucos segundos eu já não senti mais os meus lábios... ele iria fazer um corte de duas linhas na diagonal em baixo do meu queixo.
Depois eu estava nessa casa com todas as portas e janelas fechadas. A casa era toda de madeira e terra.
Me sentia muito triste.
Tinha alguém comigo lá dentro, tentando sair também.
Ora era minha irmã, ora era meu amigo Rodriguinho...

Depois o sonho foi acabando e fui acordando.

Juro que sonhei!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Pipas!

Estava em um quintal que dava de lado pra um grande pasto com muito capim.
Alguém tinha sido encarregado de tomar conta dessa casa que tinha o quintal.
Nesse quintal haviam 2 árvores. E tinha uma ponte de madeira que ligava as duas.

O cara que tinha sido encarregado de cuidar da casa justamente pra não deixar as crianças entrarem pra aproveitarem o vento que vinha do grande pasto pra soltar pipa, deixou todos entrarem e eu estava no meio desse povo.


Eu nunca soube soltar pipa e no sonho eu me contentava em pegar as pipas "voadas". Haviam muitas pipas no céu e muitos disputavam pra ver quem cortava mais a linha um do outro.


Quando eu conseguia pegar uma das pipas que tinha caído no pasto perto da cerca que dava pro quintal, eu saía correndo com ela na mão, comemorando como se tivesse feito um gol!

E esse foi o sonho.

Juro que sonhei!

=)

terça-feira, 16 de outubro de 2012

All Star e Brinquedos...

Uma menina que eu nunca vi na vida, no sonho era famosa e eu era fã dela.

Ela usava um tênis all star laranja igual ao meu, e ela tirava o tênis pra entrar em uma loja e pedia pra eu segurar. Ela ia embora e o all star ficava comigo...


***************

Tinha uma banheira de brinquedo e uns bonecos estilo the sims. Só que eu conseguia pegar eles com a mão mesmo sendo do computador. Me distraia muito com aquilo!


Ficava muito irritado quando a campainha tocava. Era uma visita indesejada no sonho.
Rsrs!


Juro que sonhei!!

domingo, 7 de outubro de 2012

Teatro, Futebol Americano e Estacionamento.

Meu pai me deixava de carro em uma escola de teatro.

O professor Sérgio que me dá aula na UCB, aplicava na turma um exercício teatral misturado com um de Educação Física.
A sala estava lotada de gente, umas 200 pessoas. E 12 dessas pessoas estavam vestidas com uniforme completo de um time de Futebol Americano. Metade usava uniforme azul marinho com números brancos e a outra metade, o branco com números azuis.

A aula era em um salão enorme, que parecia o local onde acontecem as lutas de judô nas olimpíadas, sendo que o teto era em altura normal, de uma sala qualquer.

Ambos os times, podiam ter ajuda de pessoas com roupas normais, que pareciam ser uniformes de ensino médio, azul marinho e branco. Nos times, parecia ter no total, 20 pessoas pra cada lado.



As pessoas com roupa normal tinham o objetivo de atrapalhar quem tivesse com a bola na mão, mas sem encostar, pois poderiam se machucar.
Só quem estivesse de uniforme de futebol americano é que podia carregar a bola, podendo esbarrar de qualquer maneira nos adversários uniformizados, não podendo esbarrar nas pessoas de roupa normal, só desviar.
Tinham que, assim como no futebol americano, levar a bola até o fundo do campo adversário.

O aluno/jogador vestido de uniforme azul marinho, conseguiu fazer o gol, enquanto os outros se derrubavam bem no estilo americano mesmo.

E o objetivo do jogo era mostrar para os alunos que o Teatro não é atoa. Cada cena deve ter um objetivo a ser alcançado. E as pessoas que tinham a função de atrapalhar, representavam o conflito que os personagens devem ter em cena para que ela se torne clara pra quem assiste, tanto quanto um jogo de futebol americano.

**************************************************************


Meio que continuando o sonho anterior, eu saía da faculdade e ia para o estacionamento pegar o carro do meu pai. Já passavam das 22hs e eu estava com medo de o estacionamento fechar e meu carro ficar preso lá dentro.
Eu devia entrar por uma outra entrada.
Quando eu cheguei eu vi que ainda haviam muitos carros, então fiquei tranquilo.
Aquele lugar era como se fosse os fundos da casa de algum parente, pois minha tia estava lá e me dava um saquinho de doce de cosme e damião.
Eu comia todos os doces e me preparava pra ir embora.
Tomei banho em um banheiro parecido com o meu, só que maior. Na porta do banheiro tinha alguém vestido de E.T, mas também parecia um macaco e essa pessoa dizia que gostava muito de mim e apertava a minha mão.

O celular despertou e dei um pulo da cama.

Juro que sonhei!!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Tapa na cara!

Estava em um corredor tipo como se fosse de uma universidade, mas uma que eu nunca estive.
Minha amiga Bruna, contava para Daphne, Luiza e pra mim, uma historia louca de um menino que deu um tapão na cara dela.
Ficávamos abismados, consolando-a.

Jurooo que sonhei.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Zouk, lixos e the sims!

Estava em um grande salão de dança junto com a Daphne. Eneste salão, nossa querida amiga Luiza tentava nos ensinar passos de zouk...

*******************

Estava passando de carro pela rua do estádio engenhão, só que ao invés de ser só uma reta, tinha uma curva acentuada.
E nessa curva tinha um canteiro triangular, onde tinham muitos sacos de lixo pretos.
Uns 10 jovens moradores de rua tentavam impedir minha passagem pra me roubar, mas eu acelerava, passando por cima do lixo e conseguia escapar...

******************

No alto de um morro eu assistia a polícia prendendo um cara que eu nunca vi na vida.
No sonho, ele era conhecido do pai da Daphne, que trazia de carro um parente do tal bandido pra conversar com os policiais. Uma criança de aproximadamente 7 anos, brincava de puxar um rato de brinquedo, mas ese brinquedo parecia real.

******************

No sonho eu parecia estar jogando The Sims, onde os avatares estavam próximos a uma fogueira, que quando eu dava zoom na imagem, podia sentir a quentura da fogueira através do monitor.
De repente eu já estava dentro do jogo, que passava a parecer real.
Um leão invadia o quintal e corria atrás de todo mundo.
Ele conseguia pegar um dos colegas ao avançar nele saltando, o que o fez atravessar as patas no corpo do menino.
Continuamos correndo fugindo do leão e eu lembrava que minha mãe estava na cozinha sem saber sobre o leão.
Tentei despistar o leão de todas as formas mas ele estava insistindo em vir só atrás de mim.
Eu consegui fugir pelo portão com a ajuda da Tatiane e do Rodrigo.
Mas o leão conseguia pular o muro e eu desisti de enfrentá-lo.
Ele se transformou em um cachorro e passou a ser carinhoso comigo.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Fuga.

Estava em uma casa que tinha um quintal grande, todo gramado.
Ali moravam a Heloísa Périssé e a Ingrid Guimaraes.


Estávamos os três deitados na sala, batendo papo de amigos.
Quando de repente chegava o Coronel Ramiro, personagem vivido por Antônio Fagundes em 'Gabriela'.


Alguém contou pra ele que ele estava sendo traído pela mulher e ele como conhecia a gente, veio tirar a história a limpo.
Como eu achava que o papo seria mais com elas, me levantei e apertei a mão dele, me despedindo.
Ele segurava minha mão me impedindo de sair e mandava as duas embora.
Elas saíram correndo e ele me dava meia gravata, tentando me enforcar pra eu contar tudo o que eu sabia.
Não sei porque, eu tinha dito pra ele que eu tinha 17 anos.
E com tom ameaçador ele perguntava "Você tem 16 anos seu corninho?" e eu respondia em tom debochado que não, "Olha quanto pêlo eu tenho na perna, não sou tão novo. E corninho também não, pois ao contrário de você, não tenho esposa me traindo".
Ele ficou louco de raiva e disse que me daria um tiro, mas que antes me torturaria pra eu contar com quem a esposa dele estava o traindo.
Segurando meu braço, ele pegou um botijão de gás com uma corda grande.
Não sei o que ele iria fazer comigo com aquilo.
Só sei que consegui me soltar dele e sair correndo.
No quintal tinham algumas crianças correndo e pra minha sorte, o único guardião que ele tinha levado pra tomar conta do quintal, era estranhamente a Bia, colega da faculdade.
Ela fingia que não me via correndo e tossia disfarçando.
O próprio coronel vinha atrás de mim. Eu tinha medo de levar um tiro.
Eu estava começando a escalar a grade ao lado do portão pra fugir e ele dizia "Pula mesmo, mas pula bem pulado", convicto de que eu não conseguiria.
Mas eu consegui antes que ele pudesse pegar meus pés.
No sonho eu lembrava que já tinha pulado ali outras vezes e por isso tive aquela habilidade de pular rápido.
O Coronel ficou xingando e eu saí correndo xingando de volta.

Juro que sonhei!

2 Sonhos...

Dois dos onhos que tive quando estive fora...

Estava perto da minha casa, em uma praça. Já era noite e dizia uma lenda, que todo ano, no dia 24 do mês em que estávamos, quando caía a noite, coisas estranhas aconteciam, tais como sumiço de pessoas, assassinatos, etc. A polícia aconselhava as pessoas a não saírem de casa nesse dia do ano.
Meu carro estava estacionado em uma das ruas em frente à praça.
Uma das lendas dizia que um ser estranho denominado como 'Sombra', aparecia e roubava pessoas para consumo de sua alma e/ou espírito.
Sabendo dessa história, quando eu estava caminhando para o carro, eu ligava minha câmera digital e começava a filmar tudo.
Até eu chegar no carro, nada acontecia.
Quando eu abri a porta pra entrar e vir pra casa, uma mulher estava atravessando a rua.
O Tal 'Sombra' aparecia e arrastava ela pelos cabelos.
Ele tinha pele branca, usava roupas pretas, retalhadas, tinha os olhos arregalados e cabelos pretos e grandes, sujos e oleosos.
A princípio ele não percebia a minha presença naquele local.
A mulher tentava gritar mas não conseguia, pois como num passe de mágica, o 'sombra' fazia com que a voz da mulher sumisse.
Assustadíssimo com aquela situação eu me mexia pra entrar no carro.
Ele percebeu que eu estava ali e filmando tudo.
Me olhou com uma cara assustadora como se quisesse perguntar "Quem é você? O que está fazendo aqui e com essa câmera na mão?".
Ele começou a dar um grito demoníaco, soltou a mulher e veio pra cima de mim.
Joguei a câmera nele e acordei com um pulo.
Sinistro.

*************

Esse sonho foi legal...
Era um dia de sol e eu estava em frente a um grande Teatro em uma cidade que eu não sei onde era, mas sei que era no Brasil.
Um espetáculo conhecido mundialmente estava vindo pra cá pra uma temporada.
E um evento estava acontecendo na porta do teatro, como se fosse um trailer do espetáculo.
Um boneco gigante feito de uma espécia de massa emborrachada saía de dentro do teatro.
Muitas pessoas tiravam fotos, e a imprensa estava presente em peso, filmando e fotografando tudo.
Eu achava aquilo incrível.
Ao som de uma música instrumental, o boneco gigante começava a sumir de cima para baixo, como que entrando em si mesmo.
Começava pela cabeça e no lugar daquela cabeça gigante, aparecia a cabeça do ator, vestido com uniforme daquele personagem, que mais parecia um herói dos quadrinhos misturado com Blue Man Group e Bonequinho Vil.





Era engraçado ver aquela cabeça pequena em um corpo gigante.
Então a transformação continuava e o corpo ia sumindo, dando lugar ao corpo real.
Braços, tronco, e pernas.
E exatamente no fim da música, o homem estava ali, em pé. Que mágica era aquela? pra onde foi aquele corpo gigante?
Todos aplaudiam muito e fui acordando...

Juro que sonhei!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Últimos Sonhos

Estive viajando nos ´últimos dias, e com o fraco acesso à internet, não tive tempo de escrever os últimos sonhos.
Assim que der eu vou escrever.
Tive muitos sonhos, dois deles muito interessantes.

É isso!

JURO que vou contar o QUE SONHEI!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Shopping e touca ninja!!

Estava em um shopping com a Daphne.
A praça de alimentação parecia mais um refeitório de colégio.
Íamos andando em direção contrária e Daphne ia na frente sem me esperar.
Uma menina de camiseta verde abordava-a e eu sentia muito ciúme, pois essa menina estava dando em cima da Daphne... Aquilo me corroía por dentro e fui acordando...

*******************

Estava em uma rua estranha onde eu e outros meninos estávamos usando um casaco com um capuz que ao ser puxado pra baixo, virava uma touca ninja. Eu ficava receoso de fazer aquilo, com medo da polícia ou alguém pensar que éramos bandidos.
Algo tinha acontecido por perto, pois havia muita imprensa fazendo entrevistas.
Eu tinha medo de aparecer naquelas câmeras, meu medo era que alguém me reconhecesse.

De repente já estávamos em um parque aquático com meus pais, e pra sair, teríamos que passar por um toboágua que a ponta dele era como um tábua que girava.
Quando escorregávamos nele, a tábua, girava e quase que eu caí de cara no chão, do outro lado da piscina, que parecia uma mini cachoeira que embora fosse artificial, eu pedia benção de Oxum.
Andávamos por um beco largo e curto até chegar na estradinha de terra pra esperar ônibus ou pensar em uma solução.
Um Eco Sport preto nos buscava afim de nos levar para o aeroporto, mas por forças maiores, que era de sede e fominha, parávamos em um bar pra ir ao banheiro e comer alguma coisa...

Amanheceu, o celular despertou e acordei. Juro que sonhei!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Centro, festa e carro...

Estava ajudando na preparação de uma festinha de criança, junto aos meus irmãos do CELFC.
Estava em um lugar não bem identificado, pois ao mesmo tempo que parecia uma caçamba de caminhão, parecia também o andar mais alto de um prédio e as vezes o andar mais baixo.
Parecia estar perto de uma cozinha, ajudando também a fazer o almoço.

Tia Cândida levantava da cadeira pra pegar alguma coisa e quando voltava, alguém havia retirado a cadeira de lá. Eu e Xandão oferecíamos a nossa cadeira pra que ela sentasse, mas alguém chegava com uma cadeira nova e melhor e ela sentava.

Dofonitinha de Ogunté me perguntava se eu tinha como buscar a Dindinha de carro em algum lugar mais ou menos perto, pois ela estava vindo de longe com sacolas pesadas.
Mas ela ainda estava muito muito longe.

Ao lado do térreo do prédio, havia uma casa de festas.
Dofonitinha pegava vários cartões da loja e distribuía um pra cada irmão. Atrás de cada cartão ela havia colocado o número de telefone de um irmão de cada vez...

De repente meu pai aparecia e mostrava pra ele um carro novo que eu tinha visto, da Nissan. O carro atrás parecia um Honda Fit, mas era da Nissan e eu não sabia o nome.
Ele era estranho, pois atrás tinham só 3 lanternas, em diagonal.
A principal era a do meio. A maenor era responsável por funções menos difíceis. A terceira era uma lanterna branquinha que servia só pra ascender a luz de ré.

Juro que sonhei!!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Navio, Atrizes e Carro.

Estava em uma espécie de um barco, como se fosse um micro navio.
Eu e meus irmãos do CELFC, Felippe e Fernandinho, tentávamos passar por um lugar proibido. As escadas do tal navio, eram bem estreitas, só podendo passar um de cada vez.
Dentro desse barco haveriam encenações, peças de teatro, shows, etc..
Ao tentarmos passar onde não era permitido, fomos impedidos pelo nosso irmão Dofono.
Tentamos negociar passar por aquele caminho, mas não teve jeito, tivemos que dar uma enorme volta no barco/navio pra chegar no lugar onde queríamos.
Eles diziam que iam jantar e que depois nos encontraríamos de novo.
Eu entrava então, para a parte fechada.


Ao passar por um dos corredores dentro do navio, via uma porta onde era o camarim dos atores que se apresentariam mais tarde.
Abri a porta e vi duas atrizes deitadas, dormindo no chão.
Uma delas eu não identifiquei, a outra eu sei quem era. Era a atriz Samanta Lemos, que tive oportunidade de conhecer durante um ensaio para o longa 'Cordabamba - O Filme', em ela e eu fizemos parte do elenco de participações.
Elas duas estavam deitadas ao lado uma da outra, só que uma um pouco mais acima. Estranhamente, as duas pareciam estar tendo pesadelos e se sacudiam muito, ao ponto de uma começar a esbarrar na outra.
Samanta parecia estar mais nervosa em seu sonho, pois ao sentir que a menina esbarrou nela, inconscientemente ela começava a bater muito na amiga, que por sua vez estava em um sono muito pesado e apesar de estar apanhando muito, não acordava.
Eu me assustava com aquilo e comecei a tentar acordar as duas, que foram se acalmando e aos poucos voltando a si...

********************************************

Estava dentro do carro em uma rua de Realengo com meu pai e minha mãe. Eu usava uma camisa social por cima de um casaco. Ambas peças de roupa eram de botão e eu tinha dificuldade de conseguir fechar esses botões.
Tentava manobrar o carro mas um outro carro parava na frente do meu tentando manobrar também.
Ficamos enrolados pra conseguir sair dali, de modo que um carro estava prendendo o outro. Até que veio uma caminhonete branca e deu uma batidinha no outro carro, afim de passar e consequentemente desfazer o nó em que estávamos...

Sonhos estranhos né... Mas eu JURO que sonhei. =P

domingo, 2 de setembro de 2012

Faculdade, teatro e amigos...

Estava na faculdade e era hora do intervalo.
O próximo tempo seria de uma aula do nosso curso, mas também alguma coisa relacionada ao Teatro.
Logo teríamos apresentação de um espetáculo mas nem eu e nem meus amigos sabiam de nada sobre o que faríamos. Nada sobre texto, figurino, etc...
Todos estavam muito preocupados e com medo.
Não lembro de todo mundo que estava nesse sonho, mas lembro que eu ficava cuidando da Carla, que é da minha turma mesmo na facul, pois ela era a pessoa que estava mais nervosa e preocupada com tudo.

Dormi muito pouco nesta última noite devido ao nariz entupido e alergia.

Pouco sono, pouco sonho, mas juro que sonhei!

sábado, 1 de setembro de 2012

Preto-Velho e Inundação...

O relógio já marcava mais de meia-noite.
Estava no quarto da minha mãe com ela, pronto pra dormir, quando minha irmã chegava reclamando de algum problema no trabalho.
Começava a sentir uma vibração e, deitado, incorporava o preto-velho.
Ele levantava, abraçava minha irmã e dizia que tudo ia ficar bem, que ele daria força pra ela. Ela chorava, chorava e ia se acalmando no abraço do querido vovô.
Assim que ela se acalmava ele se preparava pra ir embora e ouvia um barulho de água caindo. Minha mãe ia olhar e via que muitos canos estavam estourados.
A nossa casa estava inundando.
O vovô dizia que aquilo tinha que ser consertado ou perderíamos a casa pra inundação.
Estranhamente, todos tratavam ele com intimidade em excesso, beirando inclusive uma certa falta de respeito, porém o vovô não se afetava com nada, continuando humilde em vibração e pensamentos.

Quando ele se preparava pra desincorporar, meu querido irmão e amigo Xandão, entrava no quarto e pedia pra que ele ainda não fosse, pois queria dar um abraço.
O vovô ficava feliz com o carinho recebido por hora e então ia embora.

Ao desincorporar, eu via a cozinha cheia de água no chão, com filhotes recém-nascidos, que eu não sabia identificar se eram de gato ou rato. Eles boiavam e já procuravam o que comer naquela água barrenta.

Um sonho realmente bastante estranho.

Juro que sonhei...


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Natação, Nostalgia e Centro.

Estava na faculdade, tendo aula de natação.
Descia e subia na piscina, inspirando e expirando.
O professor dizia que precisaria de três dicas pra cada modalidade e que já estaria apto a passar pro próximo estágio.
Haviam cinco pessoas comigo. Logo depois chegava mais uma grande turma de alunos dividindo a piscina com a gente...

****************************************

Estava em uma festa de aniversário, tudo era muito nostálgico.
Duas filhas de um primo da minha mãe estavam lá e uma delas avisava que o banheiro estava sem papel. A outra estava mais elétrica e parecia impaciente.
Eu queria ir embora dali.

******************************************

Depois sonhei que estava em outro centro espírita que não era o CELFC, que é o que eu faço parte. Pai André D'Oxóssi estava incorporado com dona Maria Mulambo, que dizia pra eu e J.L acelerarmos pra se aprontar logo. Ela estava preocupada e apressada pra começarmos logo a sessão, pois ela tinha um recado importante pra dar e depois os caboclos chegariam pra dar continuidade ao dia de consultas.
Ao chegar no vestiário, que era no segundo andar, me dava conta de que eu havia esquecido minha roupa branca pra sessão. Não sabia o que fazer. Eu já estava dentro do boxe pra tomar banho e percebia que ainda estava de meia nos pés.
Queria pedir roupa emprestada pro pai André, mas não tinha como.
Nisso tudo, eu a ouvia dando uma bronca daquelas em uma das irmãs, que tinham falado mal de alguma parte física do centro. Ela dava um fora e pegava até pesado com a irmã.

Meu telefone tocou e acordei.

Quanta coisa né.. rsrs! Mas Juro que sonhei!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Confraternização e Cemitério...

Parecia aniversário de alguém ou então uma data comemorativa tipo Páscoa.

Estávamos em um apartamento pequeno, onde no canto tinha um berço com 3 gêmeos sobre ele.

Silvinha, esposa do meu amigo e irmão Leandro Bertholini estava sentada no sofá com o bebê deles no colo. O Bertholini estava chegando junto com nosso amigo Léo Campos, trazendo bolo, salgados e refrigerantes. Todos estavam perando a hora de dar os presentinhos das crianças...
Logo depois, eu ia na cozinha, cuja esta se parecia com a daqui de casa.
Duas pessoas estavam abrindo os pequenos kibes fritos, colocando requeijão dentro e comendo antes da hora. Eu dava uma bronca de leve e ia ajudar a lavar a louça.

Já estava quase escurecendo e eu via o ator Leandro Hassum agachado ascendendo velas em agradecimento à Iemanjá. Na hora eu até pensei, "Ele fica zuando Iemanjá na peça dele, mas olha lá, até que ele gosta dela e a leva a sério."

Eu lembrava que também deveria ascender velas pra ela, mas havia esquecido meu pacote em casa.

E aí o sonho foi terminando...

O outro sonho foi um tanto quanto estranho.
Daphne me ligava dizendo que teria que ir em um cemitério fazer um trabalho umbandístico, de oferenda ou agradecimento, não sei.
Eu iria com ela, porém achava que poderia ser qualquer um cemitério. Mas ela dizia que tinha que ir naquele, específico.
Eu dizia que não daria pra eu acompanhar ela neste, pois eu teria que ir em outro mais próximo, fazer a minha parte do trabalho, acho que eu estava indo ascender velas.
Indo de ônibus pra lá com a minha mãe, combinei com a Daphne por telefone que depois nos encontraríamos em algum lugar.
No sentido contrário da rua, eu via a minha professora de Didática, dona Rosa Maria, dirigindo seu carro, que parecia ser um Santana.

Por várias vezes acordei e dormi de novo e o sentido dos sonhos era o mesmo, sempre indo para um cemitério.

Acordei e pensei: Nossa... Que estraaaanho!

E foi isso.

Juro que sonhei!!!

=)



terça-feira, 28 de agosto de 2012

Domingo de manhã...

No sonho, eu estava morando em um apartamento que se localizava perto da Rua do Catete. Era um Domingo de manhã, e fui comprar pão. O sonho já começou na rua, então eu não vi o apartamento de fato, mas tinha noção que era ali que eu morava. Amigos estavam no meu apartamento esperando, não sei quem eram eles. Mas sei que essas pessoas ainda estavam dormindo e eu queria agradá-las, pra que quando acordassem, o café já estivesse na mesa. Na suposta Rua do Catete(que tinha pouca gente na rua), tinham Três padarias.
Na primeira que entrei, não tinha pão pronto. E eu queria pão francês. Na segunda padaria estava tendo algo parecido com obra, parecia estar sendo reformada. A terceira padaria já era no final da rua. Era uma padaria agradável, com cheiro de pão fresco, pessoas alegres estavam comprando também. Eu me sentia feliz em poder morar ali e estar podendo proporcionar uma manhã de Domingo agradável aos meus amigos. Comprei o pão, e, no caminho de volta, um estabelecimento parecido com um escritório de advocacia, havia colocado uma TV LCD bem grande na porta pra rua. As pessoas que iam e voltavam pelas calçadas, paravam pra olhar as notícias da manhã, que nem aquelas pessoas que param todas as manhãs em frente às bancas pra ler as manchetes do dia. Todos se conheciam e comentavam as notícias uns com os outros. Todos eram muito simpáticos e eu me sentia bem em tê-los como vizinhança. Antes que eu entrasse na minha rua, que era transversal à suposta R. do Catete que eu estava, eu acordei... Foi um sonho agradável. Juro que Sonhei!

Sem sonho, sem título!

Começando a me irritar com a falta de lembrar do sonho. Já é a segunda vez. Deve ser porque tenho dormido pouco, consequentemente, sonho menos. Então, para o sucesso do blog, devo dormir mais para sonhar mais. Inclusive já deu minha hora. O astral me aguarda pra mais uma viagem por aí. Aguardem o próximo capítulo! Juro que VOU SONHAR! kkkk!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Jogada de Gol no Futebol!

Mais uma noite que eu sonhei que estava jogando futebol. Dessa vez, mulheres e homens estavam em campo, profissionais e amadores. Bati uma falta no canto direito do campo, e o zagueiro colocou a bola pra fora. Escanteio. Fui bater, mas a Rayanne Machado da faculdade que é jogadora de futebol, pedia pra bater. Ela bateu(1) e a bola passou de mim sem que eu conseguisse cabecear, mas alguém cabaceou(2) de volta pros pés dela, eu estava entre a linha da pequena e da grande área, ela tocou(3) pra mim e eu saindo dali, toquei(4) de volta pra ela, que cruzou rasteiro(5) na direção da marca do pênalti pra alguém que pegou de primeira(6) e fez o gol.
Comemorei como se tivesse sido meu gol. E pensava: Se até eu que não sou profissional consegui ser inteligente o bastante pra participar dessa jogada, porque os caras do Vasco não fazem isso? Quem não entender a imagem, tudo bem, fiz rápido mesmo, já é tarde e está mais do que na hora de eu estar sonhando o sonho de amanhã. Rsrs! Juro que sonhei! =P

domingo, 26 de agosto de 2012

Vampiro, Arte e Futebol.

Não lembro o que sonhei de quinta pra sexta, não publiquei nada ontem na esperança de até a noite eu lembrar de alguma coisa, mas não lembrei. Estou pensando em algumas soluções diferentes pra quando isso acontecer. Enfim, vamos ao sonho da última noite... Implicava com um cara que eu sabia que era vampiro. Ficava escondido atrás de uma grade, ele via que eu estava ali e dava um enorme salto e caía perto de mim em pé, dava um recado ameaçador e voltava pra onde ele dormia. Ele mandava o elevador do prédio subir e antes que chegasse no andar de cima, ele conseguiu fazer parar. Abria a porta do elevador, entrava no vão entre o chão do elevador e o poço do prédio. Eu achava aquilo assustador. Lembro de um flash de outros dois sonhos: Em um eu estava numa rua em Realengo, dando aula de artes plásicas pras crianças que ali moravam. No outro, eu estava batendo uma pelada com amigos. Tinha um escanteio que eu pedia pra bater. Tive a leve consciência de que estava sonhando. Sim, isso acontece muito comigo, de modo que por muitas vezes eu penso; Se isso é um sonho, posso fazer o que eu quiser. Tentei fazer um gol direto, sem sucesso. Pelo contrário, o zagueiro do outro time conseguiu cabeçear pra fora da área. Juro que sonhei!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Lugar rico, lugar pobre...

Estava numa festa, em um lugar onde na varanda tinha uma piscina coberta e todos os móveis eram brancos, muitos puffs, todos na cor branca. Lá estava Daphne com as amigas dela Giulia e Nina, a Natália Nogueira amiga do teatro que se formou comigo, além de outras pessoas que eu nunca vi na vida. Em determinado momento, a piscina virava apenas um vão, onde sobre ela, luzes de festa faziam o clima do ambiente. As pessoas dançavam, parecia ser uma festa de Reveillon. O lugar era parecido com esses das imagens que achei.
Do nada começou a chover e todos foram indo embora pra suas casas, como se a festa só pudesse acontecer se não chovesse. Eu e Naty ríamos muito das pessoas, dizendo que elas eram loucas... Ela via que já era muito tarde e que precisava ir embora também. Eu voltava pra perto da Daphne e das amigas dela, e as chamava pra ir embora também, pois logo o dia amanheceria... =) Estava nos fundos de uma casa pobre, parecia casa de interior, sertão, sei lá. Atrás da casa, ia começar um churrasco, onde teria pagode.
Antes das pessoas que ia tocar chegarem, eu pegava o tatan e fazia ele de atabaque e era censurado por umas pessoas e apoiado por outras, que pareciam ser os donos da casa. Não conheço ninguém daquela gente. Juro que sonhei!!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Teste e Gargalhada!

Estava esperando pra fazer um teste pra comercial. Tinha pouca gente. Umas 3 meninas e uns 2 meninos além de mim. Carol Leipelt, minha amiga do teatro que se formou junto comigo, estava nesse teste. E ela ficava cantando alto uma música desconhecida. Na realidade ela é bem afinada cantando. Mas no sonho ela não cantava bem, rsrs! E fazia aquilo pra implicar com as outras meninas, tipo pra mostrar que as outras não teriam chance naquele teste, que o papel já era dela. O teste era em um lugar parecido com um que as vezes tem testes mesmo, lá na Álvaro Ramos, em Botafogo. Eu estava sentado, encostado de pernas esticadas no banco de espera. Em determinado momento eu imitava a imitação da gargalhada de pombo-gira que o Eduardo Sterblitch (O César Polvilho, que faz o Fred Mercury Prateado do Pânico na TV) fez no Programa do Jô um dia.
Uma das meninas conhecia sobre o assunto e ficava rindo, assim como a recepcionista do teste, que era a Cris, que muitas vezes é ela mesmo que está lá. E coincidentemente elas duas tinham o cabelo igual. E foi assim um dos sonhos. O outro sonho está censurado pra que eu conte aqui! Juro que sonhei! E aí acordei! rsrs! =)

terça-feira, 21 de agosto de 2012

TV LED 3D - Pick Up and Feel?

Ontem passei mal o dia todo, dormi muito, porém não lembrei de nenhum sonho. E hoje de manhã acordei, lembrei muito pouco de um sonho só. Eu estava vendo televisão na sala, e eu conseguia colocar a mão dentro da tela, e puxar o objeto que estava aparecendo. Mostrava aquilo pra todos que estavam na sala comigo. Só que o objeto vinha em miniatura e com textura de gelatina, só que mais durinha. E eu conseguia puxar uma câmera digital e um carro vermelho. Seria uma TV de LED 3D onde se consegue pegar e sentir as coisas? Vou patentear a idéia, talvez eu vire um milionário.
E é só disso que eu lembro. Rsrs! Creio que quando nosso organismo está ruim, o cérebro funciona menos pra lembrar dos sonhos. Lembro pouco, mas Juro que sonhei!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Aniversário da vovó!

Dessa vez não lembro dos outros sonhos da noite passada. Lembro apenas que era aniversário da minha avó. E no sonho, ela era muito fã de Pica-Pau. Lembro que eu comprava um armário pra ela, que tinha um boneco do pica-pau em cara ponta, e toda vez que abria alguma porta, ascendiam duas luzes vermelhas. rsrs! Só isso... Juro que sonhei!!!

domingo, 19 de agosto de 2012

Ônibus, Tablet e Centro da Cidade.

No sonho parecia que era segunda-feira de manhã. Daphne estava aqui em casa, acordou cedo de repente, se aprontou e foi pro ponto de ônibus. Eu não entendia nada, pois pra mim, era Domingo e então porque ela estaria indo embora tão cedo? Passei a acreditar que era Segunda-Feira, ia pro ponto de ônibus achando que estava muito atrasado pra ir pra faculdade, mal sabendo quais aulas eu teria. Percebia que eu estava no ponto sem nada, apenas de short. Estava sem camisa, sem carteira, sem uniforme, sem mochila... Entrei em casa, e peguei a carteira, que estranhamente estava entre a tampa da mala do carro e o aerofólio. Voltei pro ponto esquecendo do restante das coisas. Minha mãe apareceu e eu pedi pra ela pegar uma calça e a camisa do uniforme. Mas também aparecia uma vizinha e minha mãe ficava batendo papo... Nisso eu já havia perdido uns três ônibus.
Em toda essa situação, Daphne estava no ponto do outro lado da rua. De repente ela disse que ia à lojinha da outra rua consertar o celular dela. Fui com ela e chegando lá, o moço disse que não consertava. Ela perguntava se ele conseguia limpar a poeira do tablet dela, que ela nem tinha me contado que tinha ganhado. Eu ajudava o moço a limpar o tablet, apesar da minha mágoa por ela não ter me contado que tinha um. De repente ela perguntava pro moço se ele conhecia a piada do não sei o que, ele dizia que não e ela dava um papel pra ele, onde tinha a piada impressa. (pff, nada a ver, que sonho louco.).
Voltamos pro ponto de ônibus na minha rua. Ela pegou o dela e eu continuei esperando o meu. Voltei à lucidez e entrei pra pegar uniforme e outras coisas. Perdi uns oito ônibus. No meio do quintal eu percebi que realmente ainda era Domingo, e confirmava num calendário que estava na varanda. E foi o fim desse sonho. Em um outro sonho, eu estava no centro da cidade, perto da Cinelândia, Av. Rio Branco, Praça Pio X, aquela área cavernosa ali. Sempre sonho com esses lugares e sempre é fim de semana, quando ali fica muito deserto. Dessa vez eu apenas caminhava pro metrô, Até tinham uns camelôs com suas tendas armadas. Geralmente quando sonho com esse lugar, estou sozinho e muitos pivetes e mendigos estão atrás de mim pra me roubar. Nunca consigo entrar no metrô. Mas antes de me pegarem eu sempre acordo. Mas dessa vez foi tranqüilo, apenas ouvia um papo de dois caras atrás de mim falando que ele estava no jogo do Vasco e Palmeiras, na torcida do Vasco com a blusa do Corinthians, e ele dizia que 20 palmeirenses correram atrás dele pra bater. E são esses os sonhos de hoje que eu lembro. Teve mais, mas eu não me recordo direito dos detalhes. Jurooo que sonhei! =)

sábado, 18 de agosto de 2012

Criança e Brinquedos!

Não é segredo pra ninguém que sou espiritualista, tendo como minha religião, a Umbanda. Então é muito natural eu ter sonhos relacionados a isso. Nessa noite, sonhei que acordava dentro do centro, e assim que levantava, incorporava a criança que tenho como entidade, ela correu, deu bom dia pra todo mundo e tomou benção do Pai Ogan Eduardo. Continuou correndo e pulando e o sonho foi acabando... Já é a segunda noite consecutiva que o sonho tem relação com esta falange. Pode ser porque se aproxima o mês delas, me de Cosme e Damião.
Em um outro sonho, eu estava em casa, arrumando o quarto da minha mãe, onde a arrumação era diferente do que é (nos meus sonhos a arrumação ou disposição dos móveis e das coisas nunca é como é de verdade). E a Isabela, minha amiga da faculdade de Educação Física, estava sentada em cima da cama assistindo televisão. Em baixo da cama, que era de casal mas, era uma bi-cama, eu achava 2 celulares perdidos atrás de uma caixinha de madeira. Tentava alcançá-los, mas não conseguia, porque o espaço era pequeno devido a bi-cama que eu tinha puxado pra trás de mim. Então eu a empurrava até dar espaço pra eu pegar o celular atrás da caixinha. Isabela ia me orientando até onde eu podia empurrar pra conseguir alcançar.
Dentro da tal caixa, tinham papéis e alguns brinquedinhos pequenos. Atrás dela também tinham brinquedos, que por algum motivo eu havia guardado ali por anos. Era um helicóptero, 2 bonecos e 3 carrinhos.
Assim que consegui pegar todos os objetos, meu pai, que estava na sala, gritou comemorando gol de empate do Vasco, que estava jogando contra o Corinthians, e o resultado agora passava a ser 1x1. Falava pra Isabela que a gente tava perdendo o jogo, e ela dizia que havia faltado aula só pra ver o jogo e tinha esquecido. Estranho foi o jogo ser de manhã né... kkk! Juro que sonhei! =P Fim dos sonhos de hoje!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

'Crianças', 'Hotel' e 'Cão e Gato'.

Estava no quintal de casa, e em cima de um pé de limão que nem existe mais aqui hoje em dia, tinha doces e um bolo. Esse bolo era um desses que tem papel arroz com a foto de alguém. Não podia mexer nesse bolo e nem comer ainda os doces. Eu e mais duas pessoas agíamos como crianças, dançando e pulando em volta do bolo, fazendo bagunça e roubando os doces e passando o dedo no bolo. Essas duas pessoas eram o Rodrigo Sant'anna e a Thalita Carauta. Hahaha!
Depois aparecia Pai André, aliás, o Pedrinho da Cachoeira, entidade criança da umbanda, denominado 'Ibejada', e enchia a mão com um pedação de bolo. Um adulto percebeu e deu bronca em todos nós, guardando em um lugar mais alto os doces e o tal bolo.
Xandão, meu irmão e amigo, apareceu no sonho tirando o bolo do lugar e levando bronca do adulto também. Acabou. No outro sonho, estávamos em um Hotel enorme. Minha vó e minha namorada estavam lá. Iria tirar um cochilo com Daphne enquanto minha vó ia fazer comida. Trancávamos o enorme quarto que parecia uma sala, e começávamos a namorar, porém, fomos interrompidos ao ouvir minha irmã com meu cunhado e minha sobrinha chegando. Deu tempo certinho de me vestir pra ninguém me ver semi-nu. kkkkkkkk! Giovana me mostrava seus brinquedos novos... Acordei e dormi de novo. No outro sonho, de novo no meu quintal, meu cachorro e minha gata brigavam. Ela ficava em baixo do carro arranhando a fuça dele, porque ele tava tentando morder o rabo dela.
Em determinado momento ela corria pra trás de umas pás e enxadas, ele atacava e dava com os dentes na ponta da enxada. Quando cheguei perto da gata, vi umas gotas de sangue em volta. Nisso a prima da minha mãe que é antiga dona desse nosso cachorro, chegava com o marido dela, trazendo ração pro cachorro. Eu e meu pai dissemos tudo o que tinha acabado d acontecer e perguntávamos se ela não queria levar o cachorro de volta. Ainda teve um outro, que eu estava perdido em algum lugar, esse não me lembro bem. Fim dos sonhos dessa noite. Juro que sonhei!!! Amanhã tem mais! =P